Vale-pedágio e estadia: por que muitos caminhoneiros ainda não recebem o que é garantido por lei?

Olá, parceiros da estrada!

Vamos falar de um tema que mexe diretamente no seu bolso: vale-pedágio e pagamento de estadia.

Apesar de a lei ser clara, muitos motoristas continuam relatando que não recebem os valores correspondentes, especialmente quando há atraso na carga ou quando o pedágio não é pago antecipadamente.

O que a lei determina

Pelo texto legal:

 🔹 O embarcador deve pagar o vale-pedágio antecipadamente, sem desconto no frete.

🔹 Caso haja atraso na carga ou descarga, o caminhoneiro deve receber estadia, com valor definido por lei.

Mas, na prática… você sabe como é.

Por que ainda não é cumprido?

Entre os motivos mais citados:

🔹 Falta de fiscalização eficiente

🔹 Desinformação de motoristas iniciantes

🔹 Transportadoras que repassam o custo ao caminhoneiro

🔹 Trâmites burocráticos que nunca chegam ao bolso do motorista

E com você, como tem sido? Recebe corretamente?

O impacto financeiro

Quando o caminhoneiro paga do próprio bolso, o lucro some: pedágios caros, horas extras parado e atrasos que não são culpa do motorista.

A posição da ANTT

A ANTT afirma que fiscaliza e tem aumentado as sanções, mas caminhoneiros seguem dizendo que o problema é recorrente.

Do lado da estrada

Motoristas relatam dificuldade para cobrar e medo de perder frete ao exigir seus direitos.

Você já passou por isso?

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