(00:00–01:04) Garrafas PET que poderiam virar lixo são recolhidas e encaminhadas para uma cadeia de reciclagem que, ao final, transforma o material em tecido e revestimento para bancos de caminhões e ônibus.
(01:29–02:48) Neia, conhecida como a “rainha da reciclagem”, conta que começou coletando recicláveis com um carrinho improvisado para gerar renda e sustentar um projeto social. A cooperativa hoje recicla 52 tipos de resíduos e foi reconhecida pela ONU, segundo o depoimento apresentado.
(02:48–04:40) A cooperativa emprega mais de 150 pessoas e recebe cerca de 540 toneladas de resíduos nos três projetos. Aproximadamente 20% é rejeito; materiais sem mercado imediato são armazenados à espera de possíveis compradores ou parceiros.
(05:08–06:27) A triagem permite que diferentes materiais tenham novos usos: papelão vira novas caixas, embalagens de leite podem virar cadernos, canecas e canetas, e PET pode ser transformado em novas embalagens ou produtos. O vídeo destaca também a aplicação do PET reciclado em bancos automotivos.
(06:27–07:32) Depois de separado e prensado, o PET segue para uma tecelagem em Ferraz de Vasconcelos. As garrafas são trituradas, lavadas e transformadas em pellets, que posteriormente são derretidos e extrudados para produzir fios.
(07:05–07:56) A coloração do fio é feita por meio de masterbatch, incorporado ao material durante o processo. O método apresentado realiza o tingimento em massa sem utilização de água.
(07:56–08:24) Segundo a reportagem, são necessárias cerca de 200 garrafas PET para produzir 1 kg de fio. Esse fio é então transformado em tecido utilizado em bancos de ônibus, caminhões, automóveis e outras aplicações.
(08:24–08:51) O tecido reciclado é empregado em bancos para diferentes segmentos, incluindo ônibus rodoviários, urbanos, automóveis, veículos fora de estrada e até carrinhos de bebê.
(08:51–09:26) Estudos de ciclo de vida citados na reportagem apontam uma redução de até 60% nas emissões de CO₂ durante a produção do tecido e menor consumo de água em comparação com materiais convencionais à base de poliéster virgem. A reportagem afirma que a substituição não altera as características técnicas exigidas para os bancos.








