
Olá, irmão e irmã da estrada!
A CNT divulgou novos dados sobre descanso, pausas e jornada de trabalho dos motoristas, e os números mostram algo importante: a maioria dos caminhoneiros gostaria de um modelo diferente do que está previsto na lei hoje.
O que a pesquisa revela
Segundo o levantamento, muitos motoristas estão rodando mais horas do que gostariam. Embora a legislação preveja pausas obrigatórias, a prática mostra um cenário bem diferente nas estradas.
A pesquisa indica que:
🔹 A maior parte dos caminhoneiros gostaria de descansar em blocos maiores, como 8 horas + 3 horas;
🔹 Outros preferem descansos mais espaçados, para acompanhar melhor o ritmo de trabalho;
🔹 Autônomos e contratados têm percepções diferentes sobre a jornada ideal.
E você, como gosta de fazer suas pausas? Prefere descanso longo ou fracionado?
O conflito entre lei e realidade
A lei estabelece regras claras, mas a pressão por prazos, as longas distâncias e a dinâmica da logística nem sempre permitem cumprir tudo à risca. Não é raro o caminhoneiro relatar que descansar vira luxo em épocas de pico.
Especialistas opinam
Segundo analistas do setor, essa diferença entre o que o caminhoneiro gostaria e o que consegue praticar revela a necessidade de ajustes no modelo atual, especialmente para rotas mais longas.
Voz da estrada
Relatos da boleia apontam o mesmo cenário: o motorista até tenta seguir as regras, mas a realidade aperta.
E você, caminhoneiro: acha que o modelo atual de descanso funciona?
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