– (00:05–01:34) Corredor verde e combustível alternativo: Uma transportadora especializada em combustíveis fósseis aposta no biometano, produzido a partir do tratamento de resíduos orgânicos, para descarbonizar o transporte de cargas e reduzir a dependência do diesel.
– (02:00–02:28) Uma rota de 450 km: O projeto prevê conectar Ribeirão Preto, Sumaré e Cubatão, chegando ao Porto de Santos. A meta é colocar 100 caminhões movidos a biometano em operação, cobrindo cerca de 17% da quilometragem anual da transportadora.
– (02:28–03:31) Investimento e desafios financeiros: A empresa adquiriu 100 caminhões e os equipamentos necessários para viabilizar o projeto. Apesar do potencial de economia por quilômetro, o investimento inicial, a manutenção e os custos operacionais ainda tornam a operação mais cara que a diesel. O financiamento do Fundo Clima foi importante para tornar a iniciativa possível.
– (03:31–04:27) Sustentabilidade com resultados mensuráveis: A transportadora utiliza telemetria, indicadores e metodologias de monitoramento para acompanhar os resultados ambientais. Segundo o entrevistado, os cálculos de redução de emissões de CO₂ foram verificados de forma independente.
– (04:52–05:45) Infraestrutura de abastecimento: A inauguração de um novo ponto de abastecimento em Sumaré é fundamental para conectar os trechos da rota. O pátio também ficará aberto a outras transportadoras que utilizam biometano, ampliando o acesso à tecnologia.
– (05:45–06:51) Tecnologia e abastecimento rápido: O sistema apresentado permite abastecer um caminhão em aproximadamente 8 a 12 minutos. O biometano utilizado é produzido a partir de resíduos sólidos urbanos da região de São Paulo, transformando resíduos em combustível para o transporte pesado.
– (06:51–07:54) Autonomia e planejamento das viagens: Segundo o representante da montadora, os caminhões a gás têm autonomia aproximada de 400 km na configuração 6×4 e de até 650 km na 6×2, enquanto um modelo a diesel pode chegar a 2.000 km. Por isso, planejar o trajeto e localizar os postos de abastecimento é essencial. A fabricante já havia comercializado mais de 3.000 caminhões a gás, conforme relatado no programa.
– (08:12–08:57) A experiência dos caminhoneiros: Os motoristas já contratados receberam treinamento e demonstraram entusiasmo com os novos veículos. Entre as primeiras diferenças percebidas está o funcionamento mais silencioso, embora ainda existam dúvidas sobre potência, torque em subidas com carga e economia real durante a operação.
– (08:57–09:12) Perspectivas para o transporte brasileiro: O Corredor Verde pretende demonstrar que a substituição do diesel por biometano é viável quando há veículos adequados, abastecimento acessível, planejamento logístico e sustentabilidade econômica. A iniciativa pode incentivar outras empresas a adotar combustíveis de menor emissão.
Conclusão: O vídeo destaca que a transição energética no transporte rodoviário depende não apenas de caminhões movidos a combustíveis alternativos, mas também de infraestrutura de abastecimento, financiamento e planejamento operacional. O Corredor Verde é apresentado como um passo para ampliar o uso do biometano no transporte de cargas brasileiro.







