Cai número de mortes na BR-163, em Mato Grosso

Em 2017, a BR-163, em Mato Grosso, registrou 92 vítimas fatais contra 111 em 2016

Cai número de mortes na BR-163, em Mato Grosso (Foto: Divulgação/CNT)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Concessionária Rota do Oeste registraram o menor número de mortes em 2017, na BR-163, em Mato Grosso. Os dados foram comparados com relação aos últimos 11 anos principalmente no trecho de 850,9 quilômetros sob a concessão, onde foram registrados em 2017, 92 óbitos.

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De acordo com o balanço, outra redução significativa foi em 2013 quando os policiais rodoviários contabilizavam os dados sem a presença da concessionária. O comparativo entre os anos demonstra uma queda de 41% nos casos, passando de 146 registros em 2013 para 86 no último ano.

Neste caso especificamente, o levantamento não considera a rodovia dos Imigrantes (BR-070). Entre 2016 e 2017, a redução de óbitos é de 17%, incluindo a rodovia dos Imigrantes. Ano passado foram registradas 92 vítimas fatais contra 111 em 2016.

Comparações ao período 2007 e 2013

O levantamento foi comparado ao período de 2007 a 2013, e tem como fontes exclusivas as estatísticas da PRF, disponibilizadas no site da Instituição. As informações não contabilizam os casos registrados onde atualmente é a rodovia dos Imigrantes (BR-070). Para chegar ao número de mortes registradas no trecho atualmente sob concessão, a Rota do Oeste fez um recorte com base nos marcos quilométricos relacionados à Concessionária.

Rota do Oeste

Desde 2014, a Rota do Oeste tem a concessão da BR-163, entre a divisa do Estado com Mato Grosso do Sul e Sinop (do km 0 ao km 855 da BR-163), e da rodovia dos Imigrantes (do km 495 ao km 524 da BR-070). No trecho relacionado à BR-163 há ainda sobreposição da BR-364 (do km 201 ao km 402,4 e do km 434 ao km 588,2), onde a Concessionária também realiza os atendimentos operacionais.

Entre os tipos de acidentes que apresentaram redução estão: colisão frontal com menos 24% de casos, engavetamento (-22%), tombamento (-7%) e colisão traseira (-3%).

Com informações da NTC & Logística