Constellation ganha customização blindada para cargas refrigeradas

Blindado

Blindado foi customizado pela Protege como parte do serviço Carga Segura e será destinado para medicamentos, vacinas, insumos farmacêuticos e produtos perecíveis de uma maneira geral

O Grupo Protege expande a atuação do serviço de Carga Segura com a chegada do seu primeiro caminhão blindado com baú refrigerado. O veículo customizado é um Volkswagen Constellation 24.280 8×2. O veículo é certificado pela Anvisa e pela Polícia Federal e será destinado para medicamentos, vacinas, insumos farmacêuticos e produtos perecíveis de uma maneira geral. Estes tipos de carga necessitam de rígido controle de temperatura durante todo o percurso de transporte da carga.

A blindagem desse Volkswagen atende ao nível mais alto de homologação estipulado pelas autoridades brasileiras e o veículo fica com capacidade para 14 toneladas de carga. Nomeado pela Protege como Troodon Pharma, o caminhão refrigerado atenderá prioritariamente clientes de São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás. Entre os segmentos que serão atendidos pelo novo serviço estão laboratórios, farmacêuticas e fabricantes de insumos de alto valor agregado.

“A demanda do segmento farmacêutico por transporte de insumos e medicamentos por caminhões blindados é crescente, principalmente para a logística de transporte entre a fábrica e o centro de distribuição”, explica o diretor-geral do Grupo Protege, Mario Baptista de Oliveira. “Com o novo caminhão com baú refrigerado ampliamos ainda mais as possibilidades do serviço de Carga Segura, um segmento que está sendo muito bem recebido pelo mercado e em seis anos de existência não registrou nenhum sinistro”.

Para Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America, a nova aplicação do caminhão Volkswagen comprova a flexibilidade do portfólio da montadora. “Nosso conceito é sob medida para a necessidade do cliente. Os caminhões das marcas Volkswagen e MAN estão configurados para atender aos desafios do mercado, entregando sempre a melhor relação custo-benefício para cada operação”, afirma.