Sistema Anchieta-Imigrantes tem os menores índices de acidentes e mortes da história da Ecovias

Melhorias operacionais, intervenções de engenharia e campanhas de conscientização são alguns dos motivos que levaram a Ecovias a registrar em 2012 os melhores indicadores em segurança viária desde maio de 1998, quando a empresa passou a administrar o Sistema Anchieta-Imigrantes. Os dados mostram que os índices de acidentes e mortes (ocorrências em relação ao volume de tráfego) são os menores já registrados e vem caindo gradativamente ao longo dos últimos anos.

Em números absolutos, os resultados também são positivos. Mesmo com crescimento de 40% no volume de tráfego desde o início da concessão, a quantidade de vítimas fatais do ano passado é a mais baixa da história da Ecovias – foram 80 em 2012 contra 114 no ano anterior e 98 em 2008, quando a concessionária havia registrado o menor número de ocorrências. Já os 5.787 acidentes apontados no ano passado estão 1,6% acima da melhor marca já obtida – 5.694 (em 2011). Em relação a 1999, primeiro ano completo sob administração da Ecovias, as mortes diminuíram 46% (de 149 para 80) e os acidentes caíram 19% (de 7147 para 5787).

As maiores reduções nas vítimas fatais foram observadas nos trechos de planalto e baixada da Rodovia dos Imigrantes (queda de 64% e 53%, respectivamente) e na serra da Via Anchieta (diminuição de 44%) – segmentos que estão entre os que receberam atenção especial do Programa de Redução de Acidentes (PRA), desenvolvido continuamente por integrantes das mais diversas áreas da empresa com o objetivo de discutir os pontos considerados mais críticos e sugerir soluções.

De acordo com o coordenador do PRA, Ronald Marangon, um dos objetivos perseguidos pela empresa em 2012 foi a redução dos atropelamentos – acidentes que somam apenas 1,8% do total, mas que representam quase 34% das mortes registradas no ano. “Procuramos pensar num conjunto de ações não apenas para estimular o uso das passarelas por parte dos pedestres, como também para alertar e conscientizar os motoristas que circulam nos trechos urbanos, que são mais sujeitos a esse tipo de ocorrência”.

Entre as medidas adotadas estão plantio de sansão do campo e implantação de telas no canteiro central para impedir a passagem de pedestres, ações educativas nas comunidades, cafés da manhã nas passarelas, reforço na sinalização para o motorista, redução da velocidade em alguns trechos e melhorias na iluminação e nos acessos das passarelas. Com isso, o número de mortes por atropelamento caiu de 35 em 2011 para 27 no ano passado, uma redução de quase 23%.

(LT)

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