11 nomes “diferentões” de cidades brasileiras que a turma não conhece

Quando você pensa que já viu de tudo, é só dar uma pesquisada na rede para ver que sempre haverá cidades com nomes bem ‘diferentões’. Se você acha que a lista anterior havia surpreendido, é porque não conferiu a nova. Dá uma olhada:

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Areia Branca – Sergipe

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18.164 habitantes
Quem nasce em Areia Branca é: areia-branquense

O nome da cidade vem literalmente da cor do solo existente na região, indicando a provável existência de praia em tempos remotos na área. A pacata e desconhecida cidade, situada ao pé da Serra de Itabaiana, passou a ser conhecida com a criação do forródromo, onde passou a ser realizado um dos mais animados festejos juninos do Brasil, consolidado como o São João de Paz e Amor.

Angico – Tocantins

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3.379 habitantes
Quem nasce em Angico é: angicoense

Não tem ligação alguma com anjo, turma! Angico teve sua origem, oficialmente às margens do ribeirão do mesmo nome, graças aos tropeiros e garimpeiros que passavam pela região. Seu fundador foi o Senhor Zulmiro de Sousa Parente que, junto com outros companheiros, se instalaram às margens do referido córrego e passaram a praticar a agricultura. O município recebeu seu nome por alguns anos, já que a região era propícia a tal prática com solo e condições ótimas para a agricultura e a pecuária.

Nova Granada – São Paulo

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20.717 habitantes
Quem nasce em Nova Granada é: granadense

Quem acha que Nova Granada é tiro, porrada e bomba, está bem enganado. Em 1911, o Capitão Francisco dos Santos fundou uma povoação próxima ao Rio Grande, no território de São José do Rio Preto, com o nome de Vila Bela. Conforme história local, o nome da cidade vem dos antigos colonos oriundos das proximidades da estação Granada, atual Rosário no Município de Bebedouro. Outra versão afirma que foi dado pelos imigrantes que vieram de Granada (Espanha).

Formigueiro – Rio Grande do Sul

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7.096 habitantes
Quem nasce em Formigueiro é: formigueirense

Quem achou que Formigueiro é um município cheio de formiga pensou muito errado. A cidade recebeu o nome devido às longas filas de carroças que percorriam o trajeto entre Restinga Seca e a fronteira. Uma história local conta que em tempos remotos, passando pelo lugar uma comissão de engenheiros, um deles, ao ver muitas carretas no lugar, que era ponto de pousada dos carreteiros que se dirigiam para a fronteira, teria dito: “Isso parece um formigueiro”.

Ilha das Flores – Sergipe

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8.597 habitantes
Quem nasce em Ilha das Flores é: ilha-florense

Não é país das maravilhas, mas tem muita beleza: Ilha das Flores, a 135 quilômetros da capital, inicialmente chamava-se Ilha dos Bois por ter nascido de um curral de gado. Depois teve o nome trocado em decorrência da grande quantidade de flores nativas que cobriam as terras que formaram o município, que é uma ilha cercada pelo Rio São Francisco e os riachos Bongue e Aterro. A história da cidade começou em 15 de fevereiro de 1826, com a chegada dos padres jesuítas em Cajuípe de Cima, Brejo Grande. Eles permaneceram por muitos anos realizando missões em várias localidades, onde recebiam de presentes bois com os quais formaram um arraial onde está implantada Ilha das Flores.

Princesa – Santa Catarina

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2.877 habitantes
Quem nasce em Princesa é: princesense

Não é Elsa, Cinderela, Branca de Neve ou Bela. Uma história local conta que um caboclo chamado João Maria de Lara, que morava em uma casa de pau a pique, perto do riacho Princesa, dizia ter visões de uma princesa sobre a copa de um pinheiro de araucária. João Maria contou suas visões aos habitantes do lugar e a história ficou conhecida, dando origem ao lugar, e hoje, ao município catarinense.

Anahy – Paraná

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2.915 habitantes
Quem nasce em Anahy é: anaiense

A cantora ‘Anahi’ ficou famosa em várias partes do mundo com o grupo Rebelde, mas não a ponto de ganhar uma cidade com seu nome e ainda mais com ‘Y’ no final. A história de Anahy, está ligada à cultura cafeeira e à fertilidade de suas terras. O primeiro nome dado a localidade, em 1959, foi Pingo de Ouro, mas o nome foi mudado em homenagem a uma das filhas do gerente da Cobrinco — Companhia Brasileira de Imigração e Colonização que tinha o nome de Anahy.

Sério – Rio Grande do Sul

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2.235 habitantes
Quem nasce em Sério é: seriense

Deixa de seriedade e vem conferir as histórias que envolvem o nome dessa cidade. Uma das versões para o nome do município diz que os imigrantes italianos, ao chegarem, fixaram moradia ao lado de um riacho calmo e sereno ao qual deram o nome de “Sério”, similar a um rio na Itália. Outra versão diz que o nome “Sério” é vem do doador das terras, Antônio Franciosi, que tinha o apelido de “Sério”. Ao que tudo indica, este nome surgiu pelo fato de o senhor Antônio ter nascido ou morado na Itália, às margens de um rio muito calmo com o apelido de “Sério”.

Theobroma – Rondônia

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11.347 habitantes
Quem nasce em Rondônia é: theobromense

A palavra é diferente, mas a imagem deu uma boa dica do que pode vir a ser o significado do município rondonense. O nome da cidade é em homenagem ao cacau, cuja denominação científica é Theobroma.

Queimados – Rio de Janeiro

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143.632 habitantes
Quem nasce em Queimados é: queimadense

Há três versões para o nome “Queimados”. A primeira diz que, quando o imperador Dom Pedro I passou por aquela região, por ocasião da inauguração da estação de trem, viu uma grande queimada que estava sendo feita dos laranjais nos morros e chamou o lugar de “Morro dos Queimados”. A segunda versão diz que o nome é referente aos corpos de leprosos queimados, aos montes, que morriam em um leprosário que ali existia, onde hoje fica a Estrada do Lazareto, uma das principais vias do município. Há ainda uma terceira versão, que afirma que o nome da cidade provém dos escravos fugidos das fazendas, que eram mortos e tinham seus corpos queimados pelos seus senhores.

Farol – Paraná

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3.388 habitantes
Quem nasce em Farol é: farolense

O povoado teve início no ano de 1942, com a chegada de algumas famílias vindas do Sul do Paraná. A localidade inicialmente possuía o nome de Pinhalão, porém como já existia outra cidade com o mesmo nome no Paraná, os moradores passaram a denomina-la ?Encruzo do Farol?, depois, ?Farol do Oeste? e finalmente ?Farol?. A origem do nome Farol, dava-se ao fato do cruzamento das estradas Campo Mourão- Pinhalão (Farol), Campo Mourão-Boa Esperança (Barreirão) e Arapuã (Barreirinha/Janiópolis). Contam os pioneiros que neste cruzamento existia uma placa fluorescente indicando as direções das estradas, e daí o nome Farol.

E vocês turma, conhecem mais alguma cidade que tenha um nome bem “diferentão”?