(00:00 – 00:59) O vídeo questiona a informação de que a “baliza acabou” para quem está tirando a primeira habilitação ou mudando para categorias C, D e E. A reportagem vai ao Mato Grosso do Sul, um dos primeiros estados a aplicar as novas regras, para mostrar como funciona na prática.
(01:00 – 02:14) O novo Manual Brasileiro de Exame de Direção Veicular (2026) muda a lógica da avaliação: o candidato começa com zero pontos e vai acumulando conforme comete infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Leve: 1 ponto
Média: 2 pontos
Grave: 4 pontos
Gravíssima: 6 pontos
Reprovação ocorre ao ultrapassar 10 pontos.
(02:14 – 03:17) Exemplo prático: não parar na placa de “Pare” (infração gravíssima, art. 208) gera 6 pontos; exceder a velocidade em até 20% (art. 218) soma 2 pontos. Mesmo com 8 pontos acumulados, o candidato ainda pode ser aprovado se não ultrapassar o limite de 10.
(03:50 – 04:42) A principal mudança é que o exame agora ocorre em via pública, dentro da realidade do trânsito, avaliando interação com sinalização, semáforos, pedestres e outros veículos — e não apenas uma manobra isolada em ambiente controlado.
(05:26 – 06:34) A baliza deixou de ser uma prova cronometrada entre cones. Agora, estacionar é avaliado dentro do contexto real: uso correto da seta, escolha de local permitido, avaliação do espaço disponível e respeito às distâncias previstas em lei.
(05:06 – 05:26) Instrutores destacam o risco maior por ocorrer em ambiente real, mas lembram que os veículos de autoescola possuem duplo comando para intervenção em caso de perigo iminente.
(07:27 – 07:53) O psicólogo do trânsito explica que reduzir a tensão do exame pode melhorar o desempenho, mas ressalta que o condutor precisa desenvolver inteligência emocional, pois o trânsito real é frequentemente tenso e imprevisível.
(08:25 – 09:16) Apesar das mudanças, as autoescolas continuam essenciais, especialmente para categorias C, D e E (caminhões, ônibus e carretas). Muitos alunos exigem aulas de baliza para se sentirem preparados para o dia a dia.
(09:16 – 09:40) Instrutores reforçam que o foco não é apenas passar na prova, mas formar motoristas qualificados e seguros, preparados para enfrentar situações reais no trânsito.
Conclusão: A baliza não “acabou”; ela deixou de ser uma etapa isolada e passou a ser avaliada dentro do contexto real de circulação. Mesmo não sendo obrigatória como antes, continua recomendada na formação, principalmente para motoristas profissionais.








