Conheça o primeiro caminhão movido a hidrogênio

(00:07–01:15) O transporte pesado está passando por uma transformação: além do diesel, caminhões começam a testar gás, baterias, eletricidade e hidrogênio. O vídeo apresenta um caminhão que usa hidrogênio para produzir a própria energia.

(01:39–02:11) A montadora chinesa com fábrica em Iracemápolis (SP) colocou a tecnologia à prova em uma operação real, em parceria com o IPT, realizando testes de segurança, desempenho e viabilidade para veículos pesados no Brasil.

(02:42–03:07) Apesar de ser chamado de “caminhão a hidrogênio”, quem movimenta as rodas é um motor elétrico. O hidrogênio armazenado em cilindros reage com o oxigênio dentro da célula de combustível, gerando a eletricidade que alimenta o motor.

(03:07–03:27) O processo tem como resultado no escapamento vapor d’água, em vez dos gases típicos de um motor a combustão. O protótipo seria levado a Interlagos para testes com jornalistas e depois retornaria ao programa de testes com o IPT.

(03:53–04:51) Diferentemente de um caminhão elétrico convencional, ele não depende exclusivamente de uma grande bateria carregada na tomada. O veículo chega a 54 cv e 2.300 Nm de torque, suporta até 49 toneladas de PBT e tem autonomia anunciada de até 500 km. O abastecimento de hidrogênio leva poucos minutos.

(05:23–05:44) O próprio IPT consegue produzir hidrogênio localmente por meio de eletrólise da água: eletrolisadores recebem água e energia elétrica e produzem hidrogênio e oxigênio. A ideia poderia futuramente ser aplicada em postos distribuídos.

(06:06–06:59) Na experiência de condução, o caminhão é descrito como muito silencioso, suave e com torque forte. O vídeo acompanha então o primeiro frete com um caminhão movido a hidrogênio na América Latina, transportando uma cegonha até Interlagos.

(07:35–08:56) Antes de uma adoção comercial ampla, os principais desafios são infraestrutura e custo. Sensores serão usados para monitorar consumo, desempenho, autonomia e comportamento em diferentes estradas, ajudando a determinar onde seriam necessários futuros postos de abastecimento.

Contexto do Glasp: uma discussão relacionada sobre o futuro dos caminhões destaca justamente o potencial do hidrogênio para reabastecimento rápido e operações pesadas, mas também aponta que custos de produção e infraestrutura ainda são obstáculos importantes.

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