ZF apresenta seu eixo traseiro AV 132 e as transmissões automáticas de 6 marchas para o mercado de ônibus na Transpúblico 2013

A ZF apresenta seu conjunto de soluções tecnológicas para o mercado de ônibus urbano brasileiro durante a Transpúblico 2013, que será realizada de 3 a 5 de julho no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP). Além de expor sua linha de transmissões automáticas de 6 marchas, a empresa também destacará no evento o eixo traseiro AV 132, produto que pode ser aplicado, principalmente, em veículos para BRTs (Bus Rapid Transit).

O design do centro do eixo AV 132 – em forma de gota – torna possível reduzir a altura do piso dos ônibus no eixo traseiro em até 405 mm (menos de meio metro). Isso permite que os passageiros tenham mais conforto e segurança na hora de entrar ou sair do veículo. O AV 132 funciona como um sistema completo, e além da frenagem, possui componentes de suspensão, molas e itens de amortecimento, bem como sensores de desgaste de freios. Seu funcionamento é extremamente silencioso.

“Com o AV 132, a ZF torna-se a única fornecedora de eixos para aplicações com piso baixo total, um mercado formado por frotistas de São Paulo e Brasília, por exemplo, em nosso País, e também por empresas de Santiago, no Chile”, comenta Alexandre Marreco, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Sistemas de Transmissão da ZF do Brasil.

Ecolife

Por sua baixa altura em relação ao solo, o AV 132 permite que não se altere a estrutura de corredores de ônibus, o que representa economia em investimentos públicos. Além de facilitar o acesso para pessoas deficientes e idosos, o eixo ZF é mais leve do que um eixo de piso normal (seu peso pode variar de 799 a 998 quilos), o que gera economia de combustível.

Com três marchas a mais do que a concorrência e disponível para veículos das principais marcas, as transmissões automáticas da ZF estão presentes em 68,5% dos ônibus equipados com esta tecnologia nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Manaus (AM).

As frotas destas capitais optaram por esta tecnologia de última geração não só pela quantidade de marchas, mas por uma série de benefícios como baixo consumo de combustível (possível por conta das 6 marchas), aumento de produtividade da operação (sem trocar de marcha, o motorista é capaz de dirigir mais descansado e com mais atenção ao trânsito) e menos impacto ao meio ambiente (itens como o retardador primário evitam que freios sejam utilizados e, consequentemente, que quantidades menores de pó de freio sejam expelidas).

Ecomat

Hoje, o portfólio do Grupo ZF oferece dois modelos de transmissão automática para ônibus: a Ecomat e a Ecolife, ambas com 6 marchas. Os investimentos da ZF em Pesquisa & Desenvolvimento para tais soluções entregam altos níveis de produtividade por meio da tecnologia.

Um exemplo (que equipa ambos os modelos) é o software TopoDyn Life, responsável pela troca de marchas após reconhecer a topografia e o peso transportado pelo veículo (a escolha é feita pela “inteligência artificial” do programa, que calcula rapidamente qual é a marcha necessária).

Outro destaque das transmissões é o retardador hidráulico primário, que garante a eficiência de frenagem e, até 6 km/h, reduz a velocidade do veículo sem a utilização dos freios – sistema que se mostra ideal para as aplicações urbanas, onde os deslocamentos lentos são comuns por conta do forte tráfego.

“Hoje, a transmissão automática está presente em veículos articulados e biarticulados, seja em operações de corredores BRT (Bus Rapid Transit) ou não. Mundialmente, inclusive na América do Sul, ela também se faz presente em veículos Padron. Este ano, estamos fazendo uma série de apresentações desta inovação no Brasil em virtude das necessidades que estamos prestes a vivenciar em nosso País, com uma grande janela de investimentos gerada pela vinda de eventos internacionais como Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas”, explica Alexandre Marreco, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Sistemas de Transmissão da ZF do Brasil.

A ZF é líder global no mercado de transmissões automáticas para ônibus, com um market share de 51%. Na Europa Ocidental, a liderança se mantém, com 69% do mercado.

Foto: Divulgação