Outros 10 nomes de cidades brasileiras que você não imaginava que existissem

Vai ter mais lista com nomes de cidades desse Brasilzão sim, parceiro! Depois de conhecer alguns municípios com nomes bem diferenciados, a única conclusão a que chegamos é que nunca devemos duvidar da criatividade do brasileiro. Vem com a gente e conheça outras dez localidades com nomes que você nunca imaginou.

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Alumínio – São Paulo

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18.061 habitantes
Quem nasce em Alumínio é: aluminense

A história do Município de Alumínio iniciou-se com a construção da Companhia Sorocabana de Estrada de Ferro e quando o coronel Antônio Proost Rodovalho ao tomar conhecimento das reservas de calcário existentes na região adquiriu terras nas proximidades do município de São Roque. Ao comprar a fazenda, Rodovalho tomou as primeiras providências para a instalação de uma fábrica de cimento. Em 1921, por motivos desconhecidos, a fábrica foi fechada e em seguida vendida para o imigrante português Antônio Pereira Ignácio.

Com uma visão empreendedora, em 1941 Ignácio iniciou a montagem  de uma fábrica de alumínio com a perspectiva de exploração do minério da bauxita para a produção de alumínio. Ignácio, juntamente com seu genro, José Ermírio de Moraes iniciou as atividades da nova fábrica, dando-lhe o nome de Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). Com a instalação da CBA, o bairro passou a chamar Alumínio, que posteriormente seria o nome do município.

Meleiro – Santa Catarina

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7.066 habitantes
Quem nasce em Meleiro é: meleirense

Agora o texto ficou até mais doce! É bem fácil imaginar a origem do nome da cidade. Município que fica no Oeste do Vale do Araranguá, Meleiro foi assim chamado pelos  primeiros colonizadores italianos entre 1892 e 1911, devido ao grande número de colmeias e o mel farto em toda a região.

São João da Baliza – Roraima

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7.516 habitantes
Quem nasce em São João da Baliza é: baliziense

Quem não sabe dirigir, sai da frente! Brincadeiras à parte, a baliza, nesse caso, pertence a outra profissão. O nome da cidade vem da grande quantidade de “João” no vilarejo, e baliza devido a uma disputa entre topógrafos que estavam abrindo a BR-210 pela antiga empresa Paranapanema. A baliza caiu no igarapé Santa Lúcia (igarapé Baliza atualmente) e daí deriva o nome. O nome ainda é uma homenagem ao padroeiro da cidade, São João Batista.

Glorinha – Rio Grande do Sul

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7.518 habitantes
Quem nasce em Glorinha é: glorinhense

Nem Glória Pires, nem Glória Maria, a Glorinha aqui tem outra origem. Em 1834, o município de Gravataí dividia-se em três distritos: Costa de Sapucaia, Freguesia da Aldeia dos Anjos e Passo Grande, mais tarde também conhecido como Rua da Glória. Nas laterais dessa rua, formava-se uma pequena vila habitada por agricultores e pecuaristas, em sua maioria descendentes de colonos portugueses, italianos e alemães.

A Rua da Glória era rota tradicional de tropeiros, que aproveitavam a sombra de inúmeras figueiras – à época já centenárias e comuns na região – para o seu descanso e pernoite, criando uma pousada ao ar livre. Por volta de 1910, a povoação começa a ser carinhosamente identificada como Vila da Glorinha. O nome de sua Santa Padroeira passa a representar a denominação do próprio vilarejo: Nossa Senhora da Glorinha. Elevado à categoria de Distrito, apenas o nome Glorinha permaneceu.

Cacaulândia – Rondônia

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6.367 habitantes
Quem nasce em Cacaulândia é: cacaulandense

A galera que é apaixonada por chocolate vai ficar doida para conhecer essa cidade. Cacaulândia é um município desmembrado do Município de Ariquemes em 13 de fevereiro de 1992. A cidade fica a 207 km da capital do Estado, Porto Velho. Originou-se de um projeto denominado Nuar (Núcleo Urbano de Apoio Rural), para dar apoio aos agricultores da região. O nome Cacaulândia é devido à cidade ser uma grande produtora de cacau.

Paty do Alferes – Rio de Janeiro

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26.818 habitantes
Quem nasce em Paty do Alferes é: patiense

Paty de Alferes não é terra de patricinha, nem de mauricinho, mas de gente importante. A história da cidade tem início entre 1700 e 1725, quando o sertanista Garcia Rodrigues Paes Leme, a caminho de Minas Gerais chega a um local conhecido como “Roça do Alferes”, propriedade do Alferes Leonardo Cardoso da Silva, cujas terras contavam com uma grande plantação de uma palmeira conhecida pelo nome de Patis. Da combinação do nome da palmeira com a patente militar Alferes, nasceu o nome Paty do Alferes, nome dado à vila fundada em 1820.

Emancipada em 1987, Paty do Alferes mantém uma grande produção agrícola de tomate. Anualmente é realizada a Festa do Tomate, um dos grandes acontecimentos do interior do Rio de Janeiro. Paty do Alferes também é berço de Joaquim Osório Duque-Estrada, autor da letra do Hino Nacional brasileiro.

Califórnia – Paraná

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8.505 habitantes
Quem nasce em Califórnia é: californiano

Quem achou que ter uma Nova Iorque no Brasil já era muito luxo, é porque desconhecia a existência da cidade de Califórnia. A fundação de Califórnia é obra de Alberto Duplessés, engenheiro civil de nacionalidade francesa. Realizados os primeiros trabalhos de medição e demarcação dos terrenos, não demorou o início da derrubada da mata e o aparecimento das primeiras casas na região.

A partir de 1942, numerosos colonos vindos de Minas Gerais compraram pedaços de terra e se estabeleceram na localidade, dando começo ao povoado. A denominação Califórnia é de autoria de seu fundador, Duplessés, devido à semelhança encontrada entre a nova localidade e a região americana de mesmo nome.

Brejinho – Rio Grande do Norte

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12.509 habitantes
Quem nasce em Brejinho é: brejinense

Quem tem medo de sapo pode ir tranquilamente a Brejinho, porque não vai correr risco de encontrar com os bichinhos. Situado na região do agreste Potiguar, o povoamento de Brejinho foi iniciado no século 17, através da concessão das terras em Arês e Goianinha, utilizadas na criação de gado e atividades agrícolas. O nome do município se deve aos brejos que existiam onde hoje se localiza a cidade, que antes era chamada de Abrejava, nome do olho-d’água que formava os brejos. Como a região era pequena, passou a ser chamada de Brejinho.

Malhador – Sergipe

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12.598 habitantes
Quem nasce em Malhador é: malhadorense

A galera que adora uma academia pode tirar o cavalinho da chuva. A história de Malhador não tem nada a ver com supinos. A primeira penetração nas terras que compõem o município de Malhador ocorreu por volta do século 17. As matas da região eram usadas como ponto de descanso dos viajantes e malhador de gado, além de ponto de compra, troca e venda.

Etimologicamente, o termo “malhador” significa lugar plano onde o gado se deita para descansar. Segundo seus antigos moradores, tentaram uma vez mudar o nome do município e chamá-lo de São José, mas não deu certo, a tradição e o povo falaram mais alto.

Pimenteiras – Piauí

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11.913 habitantes
Quem nasce em Pimenteiras é: pimenteirense

Curte uma comida mais apimentada, parceiro? Pimenteiras pode ser o lugar ideal para encontrar o tempero do seu almoço! Aproximadamente em 1865, chegaram os primeiros habitantes do então Arraial de Pimenteiras. Dentre eles, Evaristo Brás de Sousa, que instalou ali uma pequena fazenda de gado, sendo considerado um dos fundadores do atual município.

O patrimônio territorial de Pimenteiras foi desmembrado de Valença do Piauí com a criação do município. A origem do nome tem várias versões, mas a mais aceitável vem do nome da tribo de índios Pimenteiras, que habitava as margens da lagoa Pimenteiras.