PRF da Paraíba busca reduzir acidentes envolvendo animais

(00:04–01:54) O vídeo mostra o perigo causado por animais de grande porte soltos nas rodovias, especialmente para caminhoneiros. Ao encontrar um animal na pista, o motorista pode precisar frear bruscamente, desviar para a pista contrária ou seguir em frente, todas situações que podem provocar acidentes graves. Na Paraíba, em 2026, foram registrados 18 óbitos relacionados a animais nas rodovias. A PRF identificou e retirou 1.311 animais das pistas; 125 foram recuperados vivos e devolvidos aos proprietários, enquanto 408 morreram e precisaram ser retirados das vias.

(02:38–04:41) A operação da PRF chamada “A Rodovia Não é Pasto” busca retirar animais das estradas e evitar acidentes. O risco aumenta durante a noite, quando os animais podem ficar praticamente invisíveis para os motoristas. Segundo os dados apresentados no vídeo, 8 em cada 10 mortes relacionadas a colisões com animais acontecem à noite. O Nordeste concentra 42% dos acidentes envolvendo animais registrados em rodovias federais.

(04:41–06:11) A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recebe denúncias pelo telefone 191 e envia equipes para verificar e retirar os animais. Em algumas regiões da Paraíba, municípios disponibilizam caminhões para transportar os animais até locais adequados, como centros de zoonoses ou órgãos de agricultura.

(06:11–07:01) O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) também atua na prevenção. Os projetos de rodovias já preveem a instalação de cercas com estacas de concreto e oito fios de arame, impedindo a entrada de bovinos, caprinos, ovinos e outros animais nas pistas.

(07:01–07:57) O vídeo destaca que os animais não são responsáveis pelo problema, pois não entendem o que é uma rodovia nem conseguem interpretar sinalizações. A responsabilidade é dos proprietários, que devem manter seus animais devidamente contidos. Dessa forma, protegem tanto os animais quanto os motoristas.

(07:57–08:55) Caso um animal apareça repentinamente na pista, o motorista deve reduzir a velocidade de maneira progressiva e evitar manobras bruscas. Também não deve buzinar nem piscar o farol alto, pois isso pode fazer o animal se movimentar em direção ao veículo. É igualmente perigoso parar na pista e tentar retirar o animal por conta própria.

(08:55–09:56) Depois de chegar a um local seguro, o motorista deve comunicar a ocorrência às autoridades responsáveis pela rodovia, como a PRF, a Polícia Militar ou a concessionária. Assim, o animal pode ser retirado com segurança e o risco para os próximos motoristas é reduzido.

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